A EVEN continua com suas práticas insustentáveis, sem quaisquer preocupações com responsabilidade social e com ética empresarial, desde o processo de demolição das casas e da construção de seu stand de vendas, quando a nossa rua (de cerca de 3m de largura) foi transformada em “acesso exclusivo” ao canteiro de obra deles, com tratores e todo tipo de veículos pesados trafegando (inclusive na contramão) 24 horas por dia. Agora, há semanas, das 7:00 da manhã até a hora que bem entenderem, expelem uma fumaça preta. Não adianta reclamar ao SAC. É inoperante!! A EVEN só se manifestou quando teve sua imagem arranhada pelas matérias que saíram no Estado de São Paulo e na TV Globo (vejam abaixo).
Abaixo, listo os principais problemas que enfrentamos no momento e que estão registrados junto ao SAC da EVEN sob o número de protocolo: 184997 (feito em 25.05.2010 e atualizado em 07.06.2010 através de novo contato, desta vez com o Sr. Mateus, que me assegurou que iria encaminhá-lo à superintendência da engenharia – não me perguntem porque não foi enviado antes, ou seja, em 25 de maio), além de outros protocolos abertos por mim e outros vizinhos.
- Inoperância do SAC. Apesar da promessa feita em dezembro de 2009, quando nos reunimos com o Sr. Cohen, Sra. Altman e Sra. Sano, entre outros tantos profissionais da EVEN, o SAC continua inoperante. Dependendo do atendente, negam-se a sequer anotar nossas reivindicações. Mais uma vez, no dia 07.06.2010, exatamente às 16:00, o Sr. Luís, que supostamente deveria anotar nossas demandas – e, não só dos clientes, como alega –, recusou-se a anotar minha queixa. Ele atende na opção 3 da URA. Não é primeira vez que isso ocorre, e tal queixa já fora registrada antes. Mas, definitivamente, o SAC não parece interessado em corrigir suas deficiências. Felizmente, o Sr. Mateus – que atende na opção da URA – gentilmente acolheu minhas reclamações. Não foi gerado nenhum novo protocolo, manteve-se o mesmo – 184997. Apenas acrescentei algumas novas reclamações. Este protocolo é apenas o último de uma série. Anteriormente, cheguei a receber um ou dois retornos, feitos pelas Sra. Kennya e Andréia. Todos foram inócuos. Por exemplo, como resposta sobre o fato de estarem expelindo fumaça preta 12 horas por dia (ou mais), disseram que isso é o procedimento padrão. Ou seja, tanto pior para todos nós cidadãos. Ou seja, azar o nosso.
- A respeito da inoperância do SAC, as Sras. Sano e Medeiros têm sido sistematicamente alertadas através de ligações quase que diárias que tenho feito em seus telefones de trabalho (como ninguém nunca atende, tenho deixado gravadas mensagens em suas respectivas secretárias eletrônicas). No dia 03.06.2010, a Sra. Sano foi alertada a 1:00 pelo seu celular. O Sr. Cohen também já fora alertado anteriormente, por telefone, através de recado deixado com sua assistente, Sra. Kargolo. Na ocasião, como possível consequência dessa ligação, a Sra. Medeiros me ligou. Disse que iria tomar providências, mas nada ocorreu de fato.
- Em janeiro, dando continuidade ao que fora discutido em nossa reunião de dezembro (no hotel Georges V), enviamos um documento contendo nossas reivindicações para apreciação da EVEN. O mesmo foi enviado por e-mail para o Sr. Cohen, Sra. Altaman, Sra. Sano. Jamais tivemos qualquer retorno!!! (Nem algo de praxe, como “recebido” e “estaremos lhes dando um retorno tão logo seja possível”).
- Fumaça preta tem sido expelida 12 horas por dia (ou mais). Sequer se interessaram em discutir o caso. Se realmente tivessem uma preocupação ambiental, responsabilidade social e ética, poderiam cogitar em instalar um filtro. Para que? Devem alegar que estão dentro da lei e além do mais tem ISE (cuja credibilidade do mesmo índice deve – agora mais do que nunca – ser questionada).
- Os horários de trabalho (estipulados pela própria EVEN, é claro) não têm sido cumpridos. Supostamente deveriam encerrar às 19:00 (o que já significaria muito, pois totalizaria 12 horas por dia de barulho, abalos, pó e fumaça a menos de 10m de nossas casas). Mas podem parar às 20:30, 21:30 ou 22:30. Dependem deles, não há lei alguma, só impera a vontade deles. Domingos? Sim, já trabalharam durante a construção e demolição do stand de vendas. A EVEN definitivamente respeita muito a comunidade e o interesse da vizinhança.
- Não bastassem as mais de 12 horas por dia de barulho e fumaça, o sossego não vem com a noite. À noite chegam os caminhões para descarregar. Pedimos que pudessem entregar até meia-noite. Mas entregar até 2:00 da madrugada é o mais trivial. Mas pode ser até mais tarde. Até 4:00!!
- A rua Ana Mellão e boa extensão da rua Costa Carvalho estão – há semanas – cobertas de terra, manchadas com óleo. Quando chove, a terra vira bairro. A EVEN não se importa com o espaço público. Para eles, o espaço público é apenas um meio de se chegar ao espaço privado.
- No dia 07.06.2010, minha casa foi suja com respingos de barro. Quem vai limpar? E ainda, porque não evitar? Afinal, durante o processo de construção do stand, a rua ficou cheia de barro. Quando, afinal, foram limpar a rua, o funcionário, com o esguicho, jogou todo o barro da rua para dentro de casa. Isso é que é empresa responsável e competente!
- Após os constantes abalos, minha casa apresentou os primeiros indícios de fissuras e uma porta de um armário está levemente emperrada, provavelmente por um possível deslocamento do forro – que é de estuque. Tal queixa foi feita em 25.05.2010 pelo mesmo número de protocolo. Até o momento, nada.
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